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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

FALTA DE ÁGUA? ABRE POÇO SEU POBRE!!!

Elite paulistana recorre a poços artesianos para driblar crise hídrica

Moradores dos Jardins, um dos metros quadrados mais caros de São Paulo, perfuram os terrenos de mansões em busca de água para, ao menos, lavar carros e regar plantas

POR 


A socialite e empresária Roberta Nahas construirá um poço artesiano no quintal da casa de sua casa no bairro dos Jardins - Mário Leite / O Globo







SÃO PAULO - Se depender dos moradores das áreas nobres de São Paulo, a crise hídrica passará ao largo de suas casas. A nova moda nos Jardins, região com um dos metros quadrados mais caros da capital paulista, é furar poços artesianos para garantir que não falte água, pelo menos para as plantas, limpeza de pátios e lavagem de veículos. O custo de instalação começa em torno de R$ 30 mil e pode chegar a R$ 150 mil, segundo empresas especializadas, que incluem nesse valor todo o gasto com burocracia.
— Coloquei até placa na porta de casa, para evitar a patrulha dos que ficam preocupados porque estamos molhando o jardim. É água de reuso — conta o engenheiro civil Roberto Daud, de 80 anos, que pagou R$ 15 mil há dois meses para instalar um poço no fundo de casa e outros R$ 15 mil pela tubulação adicional e bomba para dispersão.
A água que brota do chão alimenta plantas, lava o pátio interno da casa e os carros do engenheiro — um Citroën, um Mercedes 350 e um Hyundai Azera. Por ser extraída de área não potável do lençol freático, a água não pode ser consumida por ele, a mulher e as duas empregadas da casa.
— Para fazer isso, são mais R$ 30 mil. Moro há 40 anos nos Jardins, já teve época em que faltou água. Mas a situação agora é violenta — diz.
DICA NO SALÃO DE BELEZA
A mãe da empresária de moda Roberta Nahas decidiu fazer um poço para enfrentar a crise hídrica e buscou indicação de mão de obra no salão de beleza, que já vinha garantindo a água por métodos próprios. Ela, porém, trocou de fornecedor e marcou a instalação para a próxima semana.
— Às vezes fico pensando se isso é um pouco de exagero. Até que ponto o lençol freático pode secar se todos resolverem fazer isso ao mesmo tempo? — indaga-se a empresária.


Roberta ainda não tem poço artesiano em casa. Sabe que essa seria uma opção para garantir, de forma um pouco mais sustentável, a sobrevivência dos pés de jabuticaba que enfeitam o jardim da mansão onde vive com o marido, dois filhos e as empregadas. Para compensar a água que jorra na árvore, determinou aos empregados que não lavem os quatro carros na garagem, nem o pátio do jardim. Ela também orientou os empregados a usarem baldes para lavar o chão.
— Vai ter uma hora em que a água não vai chegar, a notícia diária é de redução do abastecimento. Quem pode tem buscado construir poço artesiano em casa, algo que dá para fazer de imediato — diz o diretor da associação de moradores AME Jardins, João Maradei.
O maior entrave para perfurar postos na capital é a espera pela liberação de autorização do Departamento de Águas e Energia Elétrica de São Paulo, que varia de 60 a 80 dias. Mas a proliferação expressa de poços nos Jardins nos últimos dois meses mostra que, com jeito, não é necessário esperar tanto para ter um poço.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/brasil/elite-paulistana-recorre-pocos-artesianos-para-driblar-crise-hidrica-15145612#ixzz3PykzGJzb 

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

O COMEÇO DO FIM.


O que será de São Paulo sem água?

   













O começo do fim será o rodízio da água nos bairros.
Pouco a pouco aumentará os dias sem água até que somente se terá água com caminhão pipa.
Mas não espere que uma carga de água custe 500 reais, custará 5000, 7000 mil reais, não haverá caminhões para todos.
A população irá as ruas, haverá distúrbios, saques e mortes.
A economia começará a se estagnar, e o setor da indústria tombará ao chão junto com o setor de serviços.
O desemprego assombrará São Paulo!
A grande metrópole sucumbirá e restará apenas o calor e o concreto.
Agora São Paulo será apenas uma cidade para poucos, para aqueles que ficaram apenas para cuidar do que restou.
O êxodo começará. Milhões de famintos andarilhos invadirão pequenas cidades de turismo hídrico.
São Paulo deixará saudades.



A ÁGUA TERMINA EM 5 MESES !



Sem chuva, governo federal projeta seca de represas em cinco meses



Em reunião no Palácio do Planalto nesta sexta-feira (23), integrantes do governo federal traçaram cenários sobre a crise hídrica em São Paulo, como a possibilidade de as represas secarem dentro de quatro a cinco meses.
A estimativa foi feita caso a previsão de chuvas não se confirme e não haja medidas mais drásticas do Estado.
Outro cenário, menos pessimista, projetou a possibilidade de um colapso nos reservatórios em setembro.
Na reunião, ficou decidido que a gestão Dilma Rousseff (PT) irá acelerar a obra de transposição das águas da bacia do Paraíba do Sul ao sistema Cantareira, já que a avaliação é a de que a situação de São Paulo é mais grave do que a das hidrelétricas.
Dilma decidiu incluir a obra no PAC. Com a medida, a obra poderá ser contratada mais rapidamente e contar com financiamento garantido de bancos públicos.
Orçada em R$ 830,5 milhões, a transposição faz parte dos projetos apresentados à presidente em dezembro pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB). A conclusão, porém, só é prevista para 2016.
Seis ministros participaram do encontro no Planalto, entre eles Aloizio Mercadante (Casa Civil) e Eduardo Braga (Minas e Energia).
"Está tendo uma vazão afluente muito aquém do que já foi registrado em uma série histórica desde 1930. São 84 anos de monitoramento e nunca se viu no Sudeste brasileiro uma situação tão sensível e preocupante", afirmou a ministra Izabella Teixeira (Meio Ambiente).
LEVANTAMENTO
Folha fez um levantamento, baseado nos relatórios emitidos pela Sabesp, e observou que, se forem mantidos os atuais regimes de chuva e padrão de consumo de água na Grande São Paulo, todos os reservatórios poderiam chegar ao nível zero em cerca de 140 dias, em meados de junho, em plena estação seca.
A conta considera a velocidade com que as represas que abastecem a região têm caído nos 21 primeiros dias do ano.
Isso indica que, para evitar um colapso, a gestão Alckmin precisará adotar medidas mais drásticas para a redução do consumo –e não ficar só na dependência de chuvas acima da média e na busca por novas fontes de água.
A Sabesp já implantou ações como sobretaxa para quem aumentar seu consumo e redução de pressão do sistema, que deixa as torneiras secas em alguns momentos do dia. Mas já admite a possibilidade de adotar até um rodízio –com distribuição alternada de água entre os diversos bairros.
Se fosse possível juntar todo a água reservada, a metrópole teria hoje 260 bilhões de litros disponíveis –ou 14% da capacidade das represas.
Se por um lado a projeção feita pela Folha leva em conta um período extremamente seco, em que choveu menos do que a média, por outro a Grande SP costuma ter consumo de água menor no início de janeiro, já que muitas famílias estão viajando.
Com uma conta semelhante, aplicada só ao sistema Cantareira, o ex-secretário de Recursos Hídricos Mauro Arce disse em setembro que a primeira cota do volume morto acabaria em 21 de novembro. Errou por apenas seis dias, já que a porção de água acabou em 15 de novembro.
"O ritmo de queda do sistema Cantareira depende diretamente do regime de chuvas. Logo, não há como afirmar que não choverá até março. Para garantir o abastecimento na Grande São Paulo, a Sabesp tem realizado uma série de medidas desde o ano passado para reduzir a retirada de água do Cantareira", diz a Sabesp.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Acompanhe as quedas nas bacias de água.

Veja o índice de armazenamento e pluviometria das represas que abastecem a Região Metropolitana de São Paulo.

Gráfico de volume do Sistema Cantareira

Volume útil até
15/05/2014: 8,2%
Volume útil + Reserva Técnica
em 21/01/2015 : 5,5 % (*)
0
2
4
6
8
10

% do Volume Útil
Com a entrada de 182,5 bilhões de litros de água da reserva técnica do Sistema Cantareira em 16/05/2014, foram acrescidos 18,5% sobre o volume total do sistema (982,07 bilhões de litros).
(*) Acrescidos 105,0 hm3 (bilhões de litros) referentes a Reserva Técnica II
:: Data: 21/01/2015 :: Nova Data: Dia  Mês  Ano      
volume armazenado5,5 %
pluviometria do dia0,0 mm
pluviometria acumulada no mês60,9 mm
média histórica do mês271,1 mm
volume armazenado10,0 %
pluviometria do dia0,0 mm
pluviometria acumulada no mês32,5 mm
média histórica do mês251,5 mm
volume armazenado38,2 %
pluviometria do dia0,0 mm
pluviometria acumulada no mês134,0 mm
média histórica do mês229,3 mm
volume armazenado28,2 %
pluviometria do dia1,0 mm
pluviometria acumulada no mês39,8 mm
média histórica do mês232,0 mm
volume armazenado68,6 %
pluviometria do dia0,2 mm
pluviometria acumulada no mês106,6 mm
média histórica do mês251,5 mm
volume armazenado22,0 %
pluviometria do dia0,0 mm
pluviometria acumulada no mês15,7 mm
média histórica do mês298,9 mm

economizando água

Prezados, finalmente a água está acabando na minha região, em perdizes. Somente há abastecimento 2 horas diárias, insuficiente ao consumo. Tem água ainda pois as caixas de água estão cheias, porém diminuindo. A forma como contribuo para a redução do consumo é através do aproveitamento da água que é dispensada da máquina de lavar roupas. Uso a água dispensado-a nas privadas. Segue fotografia mostrando minha adapatação.


terça-feira, 20 de janeiro de 2015

5% e caindo!

Nível do Cantareira fica abaixo de 5% pela primeira vez na história

O nível do Sistema Cantareira caiu para 4,8% de sua capacidade neste domingo (12), 0,2 ponto porcentual abaixo do índice registrado no sábado (11) e novo recorde negativo. Os dados são divulgados diariamente pela Sabesp.
Não choveu no sistema nas últimas 48 horas, e a pluviometria acumulada do mês é de 0,4 milímetros, bem abaixo da média histórica para outubro, de 130,8 milímetros.
A Sabesp já pediu a autorização para o uso de uma segunda cota do chamado volume morto da represa, mas a ANA (Agência Nacional das Águas) deve liberar nova parcela da reserva técnica "em parcelas".
A Sabesp capta água do volume morto para abastecer a população da grande São Paulo desde maio, e a expectativa é de que a cota dure até o dia 15 de novembro.
Ontem, a Sabesp entregou ao DAEE (Departamento de Águas e Energia Elétrica do Estado de São Paulo) o plano de projeção de demanda do Sistema Cantareira, e propôs menor retirada de água das represas.
A companhia se comprometeu em reduzir imediatamente a retirada de água das represas de 19,7 m³/s para 19 m³/s. A partir de novembro, haveria nova redução, para 18,5 m³/s. Antes da atual crise hídrica, a Sabesp retirava 31 m³/s do sistema.
A diminuição da vazão é menor que a pré-acordada entre o DAEE, a ANA e a Sabesp em reunião do comitê anticrise do Cantareira. Conforme esse pré-acordo, a partir de 30 de setembro a Sabesp deveria retirar do manancial no máximo 18,1 mil litros por segundo, índice que cairia para 17,1 mil litros por segundo a partir de 31 de outubro. A ANA chegou a divulgar o acordo, mas o acerto foi negado pela Secretaria Estadual de Saneamento e Recursos Hídricos.



Reservatórios de água na Grande SP

Arte/UOL
Confira entre quais reservatórios se divide o abastecimento de água na Grande São Paulo
Raio-x dos sistemas

Outras reservas

O Sistema Alto Tietê tem 10,7% de sua capacidade, 0,2 pontos porcentuais abaixo do nível registrado ontem. As chuvas também estão abaixo da média histórica para o mês na área do sistema. No acumulado do mês, a pluviometria é de 7,2 milímetros, bem abaixo dos 117,1 milímetros de média esperada até o final de outubro. O Sistema Guarapiranga tem 47,5% de sua capacidade, ante 48,1% registrados na sexta-feira (10). O Alto Cotia caiu de 33,3% para 33% de ontem para hoje, menos 0,03 pontos porcentuais. (Com Estadão Conteúdo)

sábado, 10 de janeiro de 2015

6,6% E CAINDO.......

10 de janeiro de 2015 • 15h14

Nível do Sistema Cantareira 

continua em queda e vai a 6,6%




Nos dez primeiros dias do ano, choveu 47,2 milímetros (mm)

 no Cantareira; média história do mês de janeiro é de 271,1 mm


Em relação à medição da última sexta-feira, houve queda de 0,1%.
Foto: Eco Desenvolvimento
O volume útil mais a reserva técnica do Sistema Cantareira, principal manancial de abastecimento administrado pela Sabesp, está em 6,6% neste sábado.
Em relação à medição da última sexta-feira, houve queda de 0,1%.
Nos dez primeiros dias do ano, choveu 47,2 milímetros (mm) na região dos reservatórios do sistema. A média histórica de chuvas para janeiro é 271,1 mm.
A segunda cota do chamado volume morto (água que fica abaixo dos equipamentos de captação por gravidade) está sendo usada desde novembro do ano passado. 
Nas últimas 24 horas, somente o Sistema Alto Tietê ficou estável, com 11,6% da capacidade total. Os outros sistemas registraram diminuição do volume de armazenamento, são eles o Guarapiranga (de 39,9% para 39,7%), o Alto Cotia (de 30,8% para 30,6%), Rio Grande (de 71% para 70,9%) e Rio Claro (de 28,7% para 28,3%).
Multa da água
Com a finalidade de evitar problemas no fornecimento, o governador Geraldo Alckmin adotou uma tarifa de contingência, para que os consumidores evitem o desperdício e economizem água.
A sobretaxa (multa) entrou em vigor na última quinta-feira. Ela poderá ser de 40% sobre o consumo de água para os usuários cujos gastos ultrapassem em até 20% a média consumida entre fevereiro de 2013 e janeiro de 2014.
Se o consumo for acima dos 20% do utilizado no período de referência, a sobretaxa será o dobro do valor de consumo.

Alterações climáticas em todo o Brasil? Vídeos pra quem acha que é tudo normal.






sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Água pode acabar em 2015 em SP ?





Publicado em 18 de out de 2014
O nível do sistema Cantareira, que abastece um terço da Grande São Paulo (6,5 milhões de pessoas), atingiu hoje 3,9% de sua capacidade, o pior índice de sua história. Esse percentual corresponde ao que resta da primeira parte do volume morto, água que fica no fundo das represas, que começou a ser captado em maio deste ano, com 182,5 bilhões de litros de água.

No intervalo de um mês, o índice do sistema caiu 4,8 pontos percentuais. Sendo assim, se não chover, essa parte da reserva técnica deve acabar na primeira quinzena de novembro.


Fuga, pobreza, morte, guerra...o fim da água em SP.

Água deve acabar e colapso acarretará em êxodo urbano em São Paulo, afirmam especialistas












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A mais grave crise de abastecimento de água potável no estado de São Paulo e principalmente na Região Metropolitana, ainda não foi tratada com realismo por parte da mídia e das autoridades.
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5Até agora o que se viu e ouviu sobre o nível dos reservatórios, não retrata a verdadeira “guerra civil” que se aproxima nos meses seguintes, garantem especialistas.
Desde o segundo semestre de 2013, a irregularidade de precipitação atrelada ao consumo excessivo, à péssima malha de distribuição de água e a falta de investimento por parte do governo levou a uma redução muito drástica do nível dos principais reservatórios que abastecem as regiões de Campinas, Itu e São Paulo.
O maior destaque dado pela mídia, o Sistema Cantareira, que já não possui mais capacidade natural de armazenamento de água, está agonizando com sua segunda reserva técnica sendo retirada e com data para acabar.
MAIS.....

http://deolhonotempo.com.br/agua-deve-acabar-e-colapso-acarretara-em-exodo-urbano-em-sao-paulo-afirmam-especialistas/